Artista de Nova Iguaçu é um dos selecionados para a prestigiada exposição Panorama 7, em Minas Gerais.

NACIONAL

Com trabalhos que exaltam a cultura e a beleza da Baixada Fluminense, utilizando a Inteligência Artificial para expandir os horizontes visuais da região, o fotógrafo e estudante de Engenharia de Software Luiz Felipe Regaço levou Nova Iguaçu para o centro do palco mundial. O artista é um dos 149 nomes selecionados para a prestigiada exposição Panorama 7, parte integrante do 11º Congresso Internacional de Arte, Ciência e Tecnologia e Seminário de Artes Digitais (CIACT-SAD 2026), amplamente reconhecido como o mais importante evento do gênero no Brasil.

A conquista representa uma vitória imensa para a Baixada Fluminense, rompendo barreiras e mostrando que a região é um polo ativo de inovação visual de altíssimo nível. Ao fundir sua base técnica em Engenharia de Software com sua premiada visão na Fotografia, Regaço comprova na prática a importância da tecnologia e da inovação na atualidade: elas atuam como amplificadores da identidade local, permitindo que as narrativas de Nova Iguaçu sejam reconhecidas globalmente.
O evento abriu suas portas nesta segunda-feira (25) na FUNARTE MG, em Belo Horizonte, reunindo a vanguarda da inovação artística internacional. Enquanto os debates e seminários do CIACT-SAD ocorrem até o dia 27 de maio, a exposição Panorama 7 ficará aberta para visitação do público até o dia 7 de junho.

 A obra de Luiz Felipe integra o espaço dedicado ao “Metaverso” — uma categoria de exploração artística de ponta —, provando que a produção que nasce na Baixada dialoga de igual para igual com as principais tendências de vanguarda mundiais.O congresso é organizado pelo Laboratório de Poéticas Fronteiriças (LabFront), liderado pelo pesquisador e curador Pablo Gobira — referência nacional em arte digital e tecnologias imersivas —, em parceria com universidades federais e estaduais. O evento atrai anualmente doutores, cientistas e artistas do Brasil e do exterior para debater o futuro e as fronteiras da arte na era tecnológica.